A humanidade está em constante evolução.

Promessas de progresso e evolução são volumosas na grande mídia.

Somos bombardeados com centenas de notícias inéditas a cada dia, de inovações sem tamanho.

Tudo acontece exponencialmente.

Porém com tudo isso surge algo perturbador.

Algumas ideologias emergem  fantasiadas com promessas de igualdade social, enquanto outras se entrelaçam com o artificialismo, desafiando a essência do humano.

Entendemos que, por trás das promessas de evolução, se escondem armadilhas que ameaçam a integridade do ser. Uma analogia sutil com o envenenamento gradual, inicialmente imperceptível. No início, todas parecem inofensivas, como o pó silencioso do arsênico.

As Falsas Promessas de Igualdade e Progresso, de certas ideologias, apresentadas como vanguarda de toda evolução, muitas vezes revelam-se como falsas. Ao promoverem soluções simplistas,  para questões complexas, essas ideias podem, paradoxalmente, criar divisões profundas.

A busca por igualdade previne a convulsão social, mas é imperativo discernir entre propostas genuínas e abordagens que, disfarçadas de progresso, alimentam desigualdades disfarçadas.

A Perversão do Gênero Humano com o Artificialismo, enquanto isso, insinua-se na essência do ser, desafiando as fronteiras da natureza. A promoção de intervenções artificiais levantam questões éticas. A busca por aprimoramento pode se perder na tentativa de criar uma versão “aperfeiçoada” do ser humano, colocando em xeque a autenticidade da experiência humana. Imagine-se como será o futuro, se hoje, com os smartphones, muitos estão robotizados, a inserção de componentes eletrônicos “direta” será devastador para os desprevenidos.

Existe uma delicada linha entre Progresso e Distorção, que separa o legítimo da utopia. É obvio que o má utilização não deve ser regra de medida para qualquer ação ou lei.  Como exemplo a legião de ignorantes que defendem entregar a sociedade à perversão dos criminosos, incitando o desarmamento civil, para acovardamento de populações inteiras.

Assim com tal sutileza, o envenenamento da humanidade é quase imperceptível. A infiltração acontece de maneira sorrateira. O envenenamento gradual que passa despercebido até causar danos irreparáveis, e serve como metáfora para as consequências insidiosas de ideias que, inicialmente, parecem éticas, evoluídas. Aparentemente civilizadas, mas ao longo do tempo, corroem os alicerces de toda sociedade.

Refletir sobre estas questões, numa analogia com a lentidão do envenenamento, é vital para evitar a adoção cega de ideologias e ideias que, em sua superfície, podem parecer benéficas, mas que, ao longo do tempo, revelam-se armadilhas. Encontrar o caminho correto entre a busca por igualdade, a preservação da autenticidade humana e a prevenção do envenenamento ideológico é um desafio de agora e do futuro.

Em um mundo onde as ideias moldam o curso da sociedade, é imperativo analisar criticamente as promessas que estão no painel da grande mídia e na agenda de grupos poderosos.

Convidamos à reflexão sobre como discernir entre avanços autênticos e dos que podem comprometer a integridade da própria humanidade.

Encontrar o equilíbrio entre a busca por justiça social, a preservação da natureza humana e a prevenção do envenenamento ideológico é um desafio perene que requer discernimento coletivo.